sábado, 1 de dezembro de 2012

Dia Mundial de Luta Contra a SIDA

Um relato impressionante de luta contra a SIDA

Em Portugal, entre 25 e 40% dos portadores de VIH têm também hepatite C. Maria João Brás é uma delas. Os seus 38 anos de vida foram palco da dependência de álcool e drogas, do nascimento de um filho com anticorpos do VIH, da luta contra a SIDA, hepatite C e duas tuberculoses, mas também de inúmeras vitórias.

A voz, grave, surge do outro lado do auscultador num tom firme. Maria João, com quem falámos ao telefone, tece a teia dos obstáculos que foi ultrapassando ao longo dos anos.

Qual combatente mostrando as feridas de guerra, exibe com orgulho as balas que a atingiram e que guarda para se lembrar do que aprendeu com a experiência. «Eu estive lá no fio da navalha. Desde que estive em fase de SIDA, tento viver intensamente e não estou para me chatear com coisas que não valem a pena». Maria João tinha nove anos quando começou a fumar, 12 quando começou a consumir álcool, 16 quando se tornou utilizadora de heroína e cocaína.

Aos 20 descobriu que tinha hepatite C. «Fiz análises ao sangue para entrar num centro comunitário para fazer desintoxicação. Entretanto, mudei de planos, resolvi ir viver para uma casa de família em Leiria e tentar recuperar sozinha. Um dia, como desculpa para poder ir ao Casal Ventoso comprar droga, fui a Lisboa buscar as análises. Na altura, em 1992, ainda não se sabia o que era a hepatite C, era a chamada não A não B».

Procurar ajuda foi a reação inicial. «Entrei em pânico porque não sabia o que é que tinha. No próprio dia liguei para todas as linhas telefónicas de apoio, SOS Drogas, SOS SIDA, e ninguém me sabia dizer o que era a hepatite C». No entanto, «depressa camuflei, comecei a usar mais drogas e aquilo acabou por me passar ao lado», conta. Na verdade, teriam que passar mais de dez anos para que iniciasse o tratamento da doença.
 
In Sapo Saúde

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

A Diabetes

Dia Mundial da Diabetes | 12Nov2012

A propósito do Dia Mundial da Diabetes, que se assinala esta quarta-feira, as Nações Unidas recordaram que esta doença é uma das patologias não transmissíveis mais frequente, que afeta atualmente 347 milhões de pessoas em todo o mundo. 
Os dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que 80% das pessoas com diabetes vivem nos países desenvolvidos, onde é possível diagnosticar a tempo a doença.

A diabetes vai causar a morte de 4,8 milhões de pessoas por ano em 2030, o que representa um aumento de 60 por cento em relação aos dados atuais, alertam as Nações Unidas. O envelhecimento da população e a generalização de estilos de vida não saudáveis são apontados pela ONU como os principais responsáveis para este crescimento expectável da mortalidade devido à diabetes. 

“A diabetes afeta os recursos dos sistemas nacionais de saúde e ameaça reverter os avanços conquistados com muito esforço nos países menos desenvolvidos”, afirmou o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, num comunicado que assinala o Dia Mundial da Diabetes.

Há um ano, a Assembleia Geral das Nações Unidas reconheceu a diabetes e outras doenças não transmissíveis como um desafio global em matéria de saúde e desenvolvimento, fixando o objetivo de reduzir em 25% a mortalidade prematura causada por estas doenças em 2025. 

Em Portugal, segundo dados de 2010 do Observatório Nacional da Diabetes, a prevalência da doença atingia 12,4% da população entre os 20 e os 79 anos, ou seja, mais de 900 mil pessoas. 
In, saúde.sapo

domingo, 4 de novembro de 2012

GIAA - 6 de Novembro

Vai entrar em funcionamento, no próximo dia 6 de Novembro (terça-feira), o GIAA – Gabinete de Informação e Apoio ao Aluno. Todos os alunos podem recorrer a este Gabinete para obter esclarecimentos sobre as temáticas:
- Educação Sexual;
- Alimentação – distúrbios e problemas relacionados com erros alimentares;
- Bullying – problemas de relacionamento;
- Outras no âmbito da saúde. 
O Gabinete estará aberto nas primeiras 3.as feiras de cada mês das 15h30 às 16h30. Os dias de funcionamento este 1º período serão 6 de Novembro e 4 de Dezembro. Aparece!




segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Universidade da Covilhã cria implantes capazes de regenerar ossos

A Universidade da Beira Interior (UBI), na Covilhã, está a criar um novo tipo de implantes para regeneração óssea, os quais devem começar a ser testados em seres humanos, a partir de setembro do próximo ano.

O projeto da Faculdade de Ciências da Saúde da UBI molda em laboratório implantes minúsculos designados pela palavra inglesa "scaffolds", que em português significa "andaimes", explicou Ilídio Correia, investigador coordenador do projeto, à agência Lusa.

Estas peças servem de andaime base para as células se multiplicarem e reconstruírem o osso, detalhou aquele responsável.

São estruturas tridimensionais que podem ter várias aplicações, como regenerar ossos fraturados, exemplificou Ilídio Correia, que as apresentou como uma alternativa mais eficiente às existentes no mercado.

Os novos substitutos ósseos estão a ser testados em contacto com células e em animais de laboratório, nas instalações da Faculdade de Ciências da Saúde, "com resultado positivos", sublinhou.

Está também em curso o processo que vai permitir a realização de ensaios em seres humanos no novo Centro de Ensaios Clínicos do Hospital da Covilhã.

O investigador apontou como uma das vantagens do projeto o facto de o desenho de cada implante ser definido em computador, a partir de dados reais fornecidos pelo Centro Hospitalar da Cova da Beira (CHCB) relativos a defeitos em ossos.

A partir da informação obtida em exames, é usado um material sintético para moldar cada implante numa impressora 3D e depois preencher o defeito.

Segundo o investigador, com estes implantes o preenchimento ósseo é mais rápido, mais completo e não existe reação inflamatória.

A UBI já ajudou a desenvolver também o mesmo tipo de material, mas em formato de "cimento ósseo", para regenerar membros afetados por Osteoporose, acrescentou Ilídio Correia.

O investigador ambiciona ver este tipo de implantes no mercado para "melhorar a qualidade de vida de pessoas em todo o mundo".

Numa primeira fase, o objetivo é tratar de ossos de pequena dimensão, mas pretende-se evoluir "para resolver defeitos ósseos cada vez maiores".

O projeto foi financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia com 140 mil euros e justificado com ganhos económicos em relação a outras formas de regeneração óssea, nomeadamente com titânio.

Além da UBI, através do Centro de Investigação em Ciências da Saúde (CICS), o projeto é encabeçado pelo Instituto Superior Técnico (IST) e conta com a colaboração do Hospital Veterinário de S. Bento, em Lisboa, e da empresa de próteses Ceramed. (IN: Jornal de Notícias)

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Colheita de Sangue - 25 de Outubro

Aqui ficam algumas fotos desta iniciativa.
Obrigado a todos aqueles que generosamente contribuíram para que não falte sangue a quem dele mais necessita. Um agradecimento especial à farmácia da Lajeosa por, uma vez mais, ter-se associado a esta iniciativa e realizar um rastreio de níveis de glicémia, colestrol e tensão arterial. 
Esperamos voltar a vê-los em Maio e que cada um traga um amigo!





segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Colheita de Sangue - 25 de Outubro

No próximo dia 25  de Outubro (5ª feira), vai decorrer na escola EB 2,3 Prof. Dr. Mota Pinto - Lajeosa do Dão, pertencente ao Agrupamento de Escolas de Tondela Cândido Figueiredo, das 9h00 às 13h00, mais uma Colheita de Sangue. 
A iniciativa é dinamizada pelo Centro Regional de Sangue de Coimbra, com o patrocínio do Instituto Português do Sangue e com a colaboração do PES (Programa de Promoção e Educação para a Saúde) da nossa Escola. Neste sentido, agradecemos a sua presença contribuindo com a sua dádiva de sangue.
Paralelamente decorrerá um rastreio, gratuito, aos índices de colesterol, glicemia e tensão arterial, em colaboração com a farmácia de Lajeosa do Dão.

Dar sangue é Dar Vida!

terça-feira, 15 de maio de 2012

Colheita de Sangue - 14/Maio/2012

Mais uma vez fomos testemunhas da generosidade das gentes de Lajeosa do Dão e dos profissionais que no Agrupamento de Escolas trabalham. Dar sangue é um gesto nobre e solidário. A todos o nosso agradecimento e um pensamento positivo para aqueles que serão os destinatários desta iniciativa!!!